Maynard James Keenan compara desafios vocais em shows do Tool e do Puscifer

O músico Maynard James Keenan comentou diferenças técnicas entre apresentações das bandas Tool e Puscifer, destacando impactos na execução vocal ao vivo.

Em entrevista ao produtor Rick Beato, Keenan citou como exemplo a música “Pendulum”, do Puscifer, que exige um registro vocal mais grave. Segundo ele, a execução da faixa ao vivo demanda condições específicas de monitoramento para garantir precisão na performance.

O vocalista afirmou que, em apresentações com o Puscifer, consegue controlar melhor o ambiente sonoro no palco, posicionando-se de forma a ouvir com clareza a própria voz e os demais instrumentos. Ele mencionou que gravações ao vivo da música foram realizadas em um espaço controlado, com essa finalidade.

Keenan destacou que o mesmo não ocorre em shows do Tool, devido ao volume elevado no palco, com destaque para a bateria de Danny Carey e a amplificação das guitarras de Adam Jones. De acordo com o músico, esse contexto dificulta a execução de faixas que exigem maior controle vocal.

O artista também comentou sua abordagem em apresentações ao vivo, afirmando priorizar a execução técnica das músicas. Segundo ele, a preocupação principal é garantir que o público receba uma interpretação fiel às composições, com menor interferência de ruídos externos, incluindo a resposta da plateia.

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